Por uma cozinha mais verde..

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Dia 19 de agosto foi o “Earth Overshoot day 2014”, o dia de sobrecarga da terra no ano de 2014. A partir desse dia a terra está no vermelho, pois foram usado todos os recursos disponíveis em que o planeta era capaz de se regenerar. Esse cálculo é feito pela organização internacional pela sustentabilidade, chamada Global Footprint Network, e desde o ano 2000, o dia limite tem chego cada vez mais cedo.

Estamos cansados de saber que os recursos naturais são escassos, e o maior desperdício desses, infelizmente, é na produção de alimentos. É claro que existe uma escala muito maior desse desperdício em níveis de restaurantes, indústrias alimentícias, supermercados, etc. Mas, você já reparou o quanto de comida acaba indo para o lixo de sua casa? Desde o descarte de cascas e alimentos estragados, mas como ir fora o resto de comida que sobra de uma refeição.

Em homenagem à essa conscientização, resolvi criar essa série, em que darei dicas sobre como aumentar a durabilidade de alimentos, usar partes de alimentos que geralmente são descartáveis, em geral, dicas de atitudes simples que podem fazer uma grande diferença.

Espero que vocês tenham gostado da idéia da série, e ainda, gostem e apliquem as dicas que darei nos próximos posts!! Afinal, é esse o planeta que deixaremos para as próximas gerações!

Beijos

Jéssica Meneghel

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Um chá de bebê diferente…

Desde o momento que descobrimos que estamos grávidas, começam uma série de mudanças em nossa vida, e também se dá início alguns planejamentos. E não são poucos, alguns precisam mudar de casa, planejar o quarto do bebê, ir atrás de médico, planejar o parto, e um desses planejamento é o Chá de bebê.

E pra mim não foi diferente, eu comecei a pensar no chá desde cedo, já tinha decidido o lugar, comprado os papéis pra fazer o convite, já estava pensando na comida e decoração. Mas aí vem um contratempo: uma gravidez de risco e o repouso. Será que valeria a pena fazer o chá? Por mais que temos mãe, parentes, amigas, que estão dispostos a ajudar, existem obrigações que só você pode lidar em um chá, como receber seus convidados, dar um pouco de atenção pra cada um, etc. Mas eu não queria abrir mão, já não tive o chá na minha primeira gestação. Até que tive uma idéia.

Fazer um chá de bebê parcelado. Ao invés de fazer uma grande festa e chamar todos de uma vez, fazer pequenas reuniões, grupos pequenos. Assim, não teria que me desdobrar em mil pra recepcionar meus convidados, e teria o chá que eu tanto queria.

E, modestamente, minha idéia saiu muito melhor do que eu imaginava. Pois, foi como se eu tivesse um chá com a cara de cada grupo de pessoas que estava ali reunidos, super personalizado e muito íntimo. Em cada chá servi um tipo de comida, foi em diferentes horas do dia, e aproveitamos cada um de um jeito. Consegui ter um tempo de muita qualidade com cada pessoa que estava presente, e algumas pessoas que fazia muito tempo que eu não via, ou conseguia sentar e conversar.

No total foram 4 chás de bebês, se eu pudesse teria feito outros, pois faltaram pessoas especiais que eu gostaria que tivessem compartilhado esse momento, mas de qualquer forma, sinto o amor e o carinho desses que não tiveram a oportunidade. Mas independente, foi muito especial, pois consegui resgatar o que o chá de bebê significa o  chá de bebê para mim, que é um momento de atenção a gestante, na qual as pessoas que estão perto transmitem muito amor e carinho para a mãe e para esse ser iluminado que está por vir.

Aqui vou por algumas fotos do chá para vocês verem como foi:

Chá da Velha Guarda!

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Chá da família!

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Chá do Puta la Madre!

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Faltaram as fotos de um dos chás! E de outros acabamos esquecendo de tirar fotos! Mas independente de foto ou não, todos os chás foram incríveis!

Espero que tenham gostado! Caso queiram mais informações, detalhes, etc, só comentar!

Jéssica Meneghel

 

Nutrição Funcional

Sempre ouvimos falar da nutrição funcional, de super alimentos, de alimentos funcionais, mas você sabe o que isso realmente significa?

Quando eu estava na minha luta pra eliminar os quilos que eu ganhei na minha gestação anterior, eu conheci a nutricionista Ana Paula Ceriotti, que se tornou minha nutri nessa jornada. E ela trabalha com a nutrição funcional. Por isso, convidei ela para escrever uma série de posts, para esclarecer, tirar nossas dúvidas e nos orientar um pouquinhos nesse vasto mundo da nutrição funcional. E para começar, ela vai nos contar hoje o que é a nutrição funcional.

Nutrição Funcional
Ana Paula Ceriotti

Você já ouviu falar sobre nutrição funcional? Você sabe o que significa?

Pois bem, hoje irei falar um pouco sobre a mesma.

A ciência da nutrição funcional existe a mais de 10 anos no Brasil. Ao contrário da nutrição tradicional, a funcional ressalta as características, sinais e sintomas de cada paciente, por exemplo, observar o aspecto das unhas, cabelos, pele e relacionar com carências e excessos de nutrientes. E desta forma corrigir os desequilíbrios nutricionais e manter o bem estar do organismo sempre observando o diagnóstico de como está à relação entre os nutrientes e suas células. Ou seja, individualidade bioquímica, pois o que faz bem para você, pode não fazer para o outro. Além disso, a nutrição funcional trabalha sempre focada no paciente e não apenas na doença que o mesmo apresenta, identificando e tratando as causas e não apenas os sintomas. Observando também o equilíbrio nutricional e a biodisponibilidade de nutrientes, que significa com qual eficiência um nutriente será absorvido e transformado na sua forma ativa. Pois uma dieta inadequada está causando um excesso de carga no sistema imunológico que levam a processos alérgicos tardios que provocam doenças crônicas como diabetes, obesidade, distúrbios de comportamento, ou até mesmo outros sintomas como cansaço, falta de energia e disposição. Desta forma, procure sempre um nutricionista funcional, pois ele é o mais indicado para cuidar da sua saúde.

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Espero que tenham gostado! Se tiver alguma dúvida ou pergunta, deixe nos comentários!!

Beijos

Jéssica Meneghel

Pro meu filho não comer miojo: Tapioca

Faz tempo que a tapioca deixou de ser só uma queridinha do nordeste, e dominou o Brasil inteiro. E só temos motivos pra comemorar! A tapioca é ótima pra introduzirmos na nossa alimentação, além de ser um produto glúten free, ela tem muuuitas opções de recheios! Pode ser doce, pode ser salgada, pode ser gorda, pode ser fit, e vale a criatividade em “criar” novos sabores!

Eu nunca me arrisquei em preparar a massa da tapioca, sempre comprei ela pronta, eu geralmente encontrava em celeiros, mas ultimamente tenho visto no mercado. Referente a massa, a única dica que eu dou é misturar nela sementes de chia, ou linhaça, não muda nada no sabor e ajuda a diminuir o índice glicêmico (indicador da velocidade com que o açúcar presente em um alimento alcança a corrente sanguínea), e ainda adiciona um alimento funcional e saudável na alimentação. Aqui vai um vídeo de como preparar a sua tapioca com a massa já pronta:

Sobre o recheio pode usar a criatividade, geralmente eu faço de queijo e peito de peru (sim, peito de peru não é saudável), mas uma boa dica, é desfiar um frango e deixar na geladeira, é um ingrediente curinga, que dá para fazer um sanduíche natural, um macarrãozinho rápido e claro, uma tapioca. Mas, vou passar hoje um recheio que eu improvisei um dia e amei, é doce, de banana, laranja e canela. É bom para aqueles dias que a vontade de doce aperta, mas não queremos sair muito da dieta.

E olha, como prova que a criançada adora, eu fiz pro filho de um casal de amigo, ele nunca tinha ouvido falar e eu convenci ele de experimentar! Ele adorou, e ainda pediu pra mãe dele fazer!! Olha só:

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A carinha dele é a melhor!!

Compartilhem os seus recheios favoritos, nos comentários ou por email!!

Tapioca de Banana

Ingredientes

3 colheres de sopa de goma de tapioca
1 colher de sopa de chia
2 bananas
1/2 laranja
2 colheres de sopa de aveia
2 colheres de sopa de açucar demerara
Canela em pó a gosto
Creme de leite opcional

Modo de fazer

1. Em uma frigideira, corte a banana em rodelas, e coloque o suco de 1/2 laranja. Adicione a aveia, o açúcar e a canela, e amasse com um garfo. Leve ao fogo baixo, até engrossar e reserve.
2. Em outra frigideira, prepare a massa da tapioca, e assim que ela estiver quase pronta, coloque o recheio, coloque um pouquinho de creme de leite em cima. Feche. E pronto.

Não deu tempo de tirar a foto, comi antes! Mas fica uma delícia!